terça-feira, 18 de outubro de 2011
Suspiros light
Fiz estes suspiros no outro dia quando queria um lanche rápido mas diferente. Inspirei-me nos Suspiros leves da Liv Gitahy, mas não ficaram achatados como os dela, muito provavelmente porque não usei 1 ovo inteiro como ela.
Como não sabia o que ia sair daquele forno, nem tirei as fotos normais da execução da receita, mas vou tentar explicar passo a passo.
Não há grandes dificuldades, aliás é bem fácil de fazer.
Suspiros
Ingredientes: (os que eu usei)
3 claras (XL)
1 tampinha de aroma de baunilha (dá à volta de 1 colher de café)
Adoçante a gosto (1/2 colher de sopa)
Primeiro de tudo é ligar o forno a 180º, porque o queremos quente mas não muito, porque senão os suspiros murcham ou queimam rapidamente.
Bater em castelo as claras, depois juntar o adoçante e a baunilha. Bati mais um pouco até terem um ar brilhante. Atenção para não baterem demais, tenham sempre na ideia de claras em castelo.
Depois com uma colher de sopa, deitei em colheradas no tabuleiro, forrado em papel vegetal e levei ao forno. Não coloquei no meio, foi um pouco mais acima, mas eles irem cozinhando mas para ficarem douradinhos como na foto.
Fiquei sempre perto do forno, não fosse aquilo tudo queimar... em menos de 10m estavam prontos. Só abri uma vez a porta para os apalpar e quando os senti tostadinhos na parte de cima tirei-os do forno.
MARAVILHOSO... são muito bons, tão bons que até o Tiago gostou e varreu praticamente tudo.
Fez-me lembrar farófias... e já pedi a receita da minha mãe para fazer, mas à minha maneira :P
Adoro farófias e mal chegue o findi, vou fazer experiências na cozinha... NHAM NHAM NHAM
Espero que gostem
XoXo
terça-feira, 27 de setembro de 2011
As minhas últimas aquisições
Sexta-feira passada saí do trabalho e fui directa ao Supermercado do El Corte Inglês. Queria ir passear e comprar coisinhas e eu prefiro comprar comida do que propriamente roupa. Não me importo nada em gastar dinheiro em comida.
Então vamos lá.
Eu não gosto muito de mostarda, mas por alguma razão vejo-me sempre a comprar imensos frascos de mostarda que acabo por dar à minha irmã. Finalmente encontrei uma que gosto realmente e que não é má para nós. Usado sempre em moderação.
Tive de tirar o autocolante que vinha em português... ou então porque estava a falar e não dei conta que o tinha arrancado.
Tem algum sódio, que nos faz mal. Mas eu não o uso todos os dias e por qualquer razão que não sei ainda explicar porquê, muitas bodybuilders, figure, etc... comem mostarda. Por exemplo a Pauline Nordin, punha mostarda em quase tudo.
Próximo
Isto já devem conhecer... pão pita integral.
Mas o Continente gosta muito de vender os produtos deles, por isso este pão pita integral já não é vendido lá faz tempo. Tal como a massa de pizza integral que costumava comprar, para comer nos off's.
Enfim... não como como pita, mas sim como pão para hamburguer. Este sábado fiz uma hamburguer para poder almoçar na avó do Tiago, levei as marmitas e ela nem se importou.
Abri a pita, coloquei o hamburguer de frango, alface, tomate, e mostarda... ahhhhhhhhhhhhhh que BOM!!!
Mas ando com vontade de o abrir ao meio, tostar e barrar com fresquinho 0% e por cima doce de tomate caseiro.
Nexttttt
Massa de soja
Calma, na verdade não o comprei no corte inglês. Foi num minimercado chinês no Martim Moniz. Comprei quando fiz sushi em casa para o pessoal. Mas por alguma razão esqueci-me de o publicar, por isso só o estou a fazer agora.
Comprei para experimentar, mas com medo que o episódio dos shirataki noodles se repetisse.
Enganei-me redondamente. Se alguém já provou massa de arroz num restaurante chinês, o sabor é igual. Mas sem aqueles hidratos de carbono todos.
E se alguém já fez massa de arroz em casa fique descansado porque o processo é o mesmo, pelo menos eu assim o fiz. Aqueci água na chaleira e e deitei sobre a massa num alguidar e deixei estar por uns 5m, dependendo como gostam deles. Eu passei por água fria para parar a cozedura e depois juntei-os aos legumes que estavam no wok.
E só usei meio pacote... isso é que foi um pincel!!
Quando os estava a comer, nem queria acreditar... até parecia que era dia OFF.
Agora o grande final... TXARAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMMMMM
Snaks Vegetais, que não são fritos. Eu nem queria acreditar quando dei de caras com isto.
E se vocês não sabem que a minha droga antiga eram o cheetos, ficam já a saber aqui.
Eu era MALUUUUUCA por aquilo, chegava a casa, abria um pacote e comia-o todo... TODO!!!
Por isso à mais de um ano que não toco em cheetos, e podia ter sido mais senão fossem aquelas malditas férias de verão com as gajas... lolol...
Eu apalpei o pacote, levei-o ao coração, fiz uma cara de parva, olhei para o Tiago e bati as pestanas muito depressa (faço isto muitas vezes... é parvo eu sei).
Fiquei ainda mais feliz quando abri o pacote e vi 6 filhinhos lá dentro. OHHHHHH pacotinhos individuais... so sweet, e todos para mim!!!
São tirinhas pequeninas, muito saborosas, melhor que cheetos porque não levo com uma carga de culpa em cima quando comi 1 pacotinho num dia NÃO OFF. E 3 no dia OFF (pronto pronto... já falei, tá dito, que comece a chuva de pedras da calçada).
Tenho de ir comprar mais... BUÁÁÁÁÁHHH... não quero ir outra vez pra Lisboa!!
O resto das compras foram as coisas básicas duma cozinha saradona... iogurte grego 0%, batata doce, legumes, legumes ahh e mais um pouco de legumes, perú, frango, peixe... e legumes claro!!
A parte do Tiago continha, chocolates, tiras de milho VERDADEIRAS, 3 caixas de estrelitas, gomas, bolachas... SIM, eu tenho de viver com isto... aliás estou neste momento a escrever sobre comida saudável com um pacote de gomas bem à minha frente que o Sr. Tiago deixou ficar aqui.
XoXo
Então vamos lá.
Eu não gosto muito de mostarda, mas por alguma razão vejo-me sempre a comprar imensos frascos de mostarda que acabo por dar à minha irmã. Finalmente encontrei uma que gosto realmente e que não é má para nós. Usado sempre em moderação.
Tive de tirar o autocolante que vinha em português... ou então porque estava a falar e não dei conta que o tinha arrancado.
Tem algum sódio, que nos faz mal. Mas eu não o uso todos os dias e por qualquer razão que não sei ainda explicar porquê, muitas bodybuilders, figure, etc... comem mostarda. Por exemplo a Pauline Nordin, punha mostarda em quase tudo.
Próximo
Isto já devem conhecer... pão pita integral.
Mas o Continente gosta muito de vender os produtos deles, por isso este pão pita integral já não é vendido lá faz tempo. Tal como a massa de pizza integral que costumava comprar, para comer nos off's.
Enfim... não como como pita, mas sim como pão para hamburguer. Este sábado fiz uma hamburguer para poder almoçar na avó do Tiago, levei as marmitas e ela nem se importou.
Abri a pita, coloquei o hamburguer de frango, alface, tomate, e mostarda... ahhhhhhhhhhhhhh que BOM!!!
Mas ando com vontade de o abrir ao meio, tostar e barrar com fresquinho 0% e por cima doce de tomate caseiro.
Nexttttt
Massa de soja
Calma, na verdade não o comprei no corte inglês. Foi num minimercado chinês no Martim Moniz. Comprei quando fiz sushi em casa para o pessoal. Mas por alguma razão esqueci-me de o publicar, por isso só o estou a fazer agora.
Comprei para experimentar, mas com medo que o episódio dos shirataki noodles se repetisse.
Enganei-me redondamente. Se alguém já provou massa de arroz num restaurante chinês, o sabor é igual. Mas sem aqueles hidratos de carbono todos.
E se alguém já fez massa de arroz em casa fique descansado porque o processo é o mesmo, pelo menos eu assim o fiz. Aqueci água na chaleira e e deitei sobre a massa num alguidar e deixei estar por uns 5m, dependendo como gostam deles. Eu passei por água fria para parar a cozedura e depois juntei-os aos legumes que estavam no wok.
E só usei meio pacote... isso é que foi um pincel!!
Quando os estava a comer, nem queria acreditar... até parecia que era dia OFF.
Agora o grande final... TXARAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMMMMM
Snaks Vegetais, que não são fritos. Eu nem queria acreditar quando dei de caras com isto.
E se vocês não sabem que a minha droga antiga eram o cheetos, ficam já a saber aqui.
Eu era MALUUUUUCA por aquilo, chegava a casa, abria um pacote e comia-o todo... TODO!!!
Por isso à mais de um ano que não toco em cheetos, e podia ter sido mais senão fossem aquelas malditas férias de verão com as gajas... lolol...
Eu apalpei o pacote, levei-o ao coração, fiz uma cara de parva, olhei para o Tiago e bati as pestanas muito depressa (faço isto muitas vezes... é parvo eu sei).
Fiquei ainda mais feliz quando abri o pacote e vi 6 filhinhos lá dentro. OHHHHHH pacotinhos individuais... so sweet, e todos para mim!!!
São tirinhas pequeninas, muito saborosas, melhor que cheetos porque não levo com uma carga de culpa em cima quando comi 1 pacotinho num dia NÃO OFF. E 3 no dia OFF (pronto pronto... já falei, tá dito, que comece a chuva de pedras da calçada).
Tenho de ir comprar mais... BUÁÁÁÁÁHHH... não quero ir outra vez pra Lisboa!!
O resto das compras foram as coisas básicas duma cozinha saradona... iogurte grego 0%, batata doce, legumes, legumes ahh e mais um pouco de legumes, perú, frango, peixe... e legumes claro!!
A parte do Tiago continha, chocolates, tiras de milho VERDADEIRAS, 3 caixas de estrelitas, gomas, bolachas... SIM, eu tenho de viver com isto... aliás estou neste momento a escrever sobre comida saudável com um pacote de gomas bem à minha frente que o Sr. Tiago deixou ficar aqui.
XoXo
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Bolachinhas da Dani Tâmega
Fiz estas bolachinhas para os anos da Bé, para também haver uma versão de doces menos calórica. Fiz para a mim e para a Rita. A minha irmã também os adorou e até já fiz outra fornada só para ela ter por casa.
São mesmo muito saborosos e viciantes, por isso façam para um dia OFF, ou talvez 1/2 após o treino.
Cá vai a receita das "Bolachinhas da Dani"
Precisamos de farinha de aveia, farinha de arroz, amêndoa em pó, óleo de côco, mel e sal.
Agora atenção que as medidas são super complicadas.
E mesmo que não tenham as chávenas medidoras, usem uma chávena normal que tenham.
1 chávena de farinha de aveia
1 Chávena de farinha de arroz
1 Chávena de amêndoa em pó
Fácil. Nesta fase dos ingredientes secos, misturem tudo e juntem 1/4 colher de chá de sal.
Agora os ingredientes molhados.
1/2 chávena de óleo de côco (não enchi até cima)
1/2 chávena de mel (podem usar outros adoçantes, maple syrup, agáve, etc). Mais uma vez não enchi a chávena.
Ahhhh e eu prefiro medir primeiro o óleo de côco, para quando medir o mel ele não ficar lá agarrado.
Aqueçam um pouco o mel antes de o misturarem com o côco.
Só depois é que misturam tudo nos secos.
Eu prefiro misturar tudo com as mãos... manias.
Depois é só fazer bolinhas e abrir um buraquinho para colocar o doce.
Se acharem a massa um pouco gordurosa é normal. As primeiras bolachas que fiz, segui à risca a receita e achei demasiado gorduroso, por isso é que nesta cortei um pouco no mel e no óleo. Prometo que não notam diferença no sabor.
Com um colherzinha adicionem o doce. Eu fiz um doce de morango em casa e nunca mais volto a comprar fora. É tão fácil de fazer. A minha mãe sempre fez os doces e marmeladas em casa e eu sempre ajudei, mas fiquei velha e preguiçosa, mas agora prometo que não compro mais.
Hoje até fiz um doce de tomate às 7 da manhã.... ADORO.
Mas de volta à receita, coloquem as bolachinhas no forno a 200º por uns 10m.
Eu gosto dos meus meio bronzeados hehehe.
Desculpem por não ter uma foto melhor, mas saí a correr para ir ao cinema e quando cheguei a casa guardei-os numa caixinha para dar à minha irmã.... SORRY :(
XoXo
São mesmo muito saborosos e viciantes, por isso façam para um dia OFF, ou talvez 1/2 após o treino.
Cá vai a receita das "Bolachinhas da Dani"
Precisamos de farinha de aveia, farinha de arroz, amêndoa em pó, óleo de côco, mel e sal.
Agora atenção que as medidas são super complicadas.
E mesmo que não tenham as chávenas medidoras, usem uma chávena normal que tenham.
1 chávena de farinha de aveia
1 Chávena de farinha de arroz
1 Chávena de amêndoa em pó
Fácil. Nesta fase dos ingredientes secos, misturem tudo e juntem 1/4 colher de chá de sal.
Agora os ingredientes molhados.
1/2 chávena de óleo de côco (não enchi até cima)
1/2 chávena de mel (podem usar outros adoçantes, maple syrup, agáve, etc). Mais uma vez não enchi a chávena.
Ahhhh e eu prefiro medir primeiro o óleo de côco, para quando medir o mel ele não ficar lá agarrado.
Aqueçam um pouco o mel antes de o misturarem com o côco.
Só depois é que misturam tudo nos secos.
Eu prefiro misturar tudo com as mãos... manias.
Depois é só fazer bolinhas e abrir um buraquinho para colocar o doce.
Se acharem a massa um pouco gordurosa é normal. As primeiras bolachas que fiz, segui à risca a receita e achei demasiado gorduroso, por isso é que nesta cortei um pouco no mel e no óleo. Prometo que não notam diferença no sabor.
Com um colherzinha adicionem o doce. Eu fiz um doce de morango em casa e nunca mais volto a comprar fora. É tão fácil de fazer. A minha mãe sempre fez os doces e marmeladas em casa e eu sempre ajudei, mas fiquei velha e preguiçosa, mas agora prometo que não compro mais.
Hoje até fiz um doce de tomate às 7 da manhã.... ADORO.
Mas de volta à receita, coloquem as bolachinhas no forno a 200º por uns 10m.
Eu gosto dos meus meio bronzeados hehehe.
Desculpem por não ter uma foto melhor, mas saí a correr para ir ao cinema e quando cheguei a casa guardei-os numa caixinha para dar à minha irmã.... SORRY :(
XoXo
domingo, 11 de setembro de 2011
Massa gratinada com legumes
O meu jantar do dia OFF
Uma massinha muito rápida, saborosa e sem muitas calorias.

Usei massa integral e natas de aveia. Prefiro estas natas, ou as de arroz porque não se fica com aquela sensação de gordura na boca e sentimo-nos leves.

Depois de se meter a massa na água a ferver (não usei sal na massa) cortamos cogumelos e a cebola.
Basicamente e como em quase todas as minhas receitas é usar aquilo que se tem e se gosta de comer.
Eu vi esta receita no programa do Oliver e adaptei-a aos meus gostos alimentares, por isso é simples.

Depois de levar à frigideira, cortei a couve em juliana fina e para ser mais fácil, juntei-a à massa antes de a escorrer.
Bati um ovo com metade do pacote das natas e juntei um pouco de polpa de tomate, para adicionar acidez.

Após juntar a massa com os cogumelos e a cebola...
Misturei-os às natas e ovo.
Como era dia off, ralei um pouco de queijo por cima
Depois é só levar ao forno a gratinar. Até ficar com um aspecto dourado.
BOM PROVEITO.
XoXo
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Fatia Parida (Rabanada) Light
Para quem me acompanha, sabe porque andei este tempo todo ausente do blog, e também sabe que estou de volta.
Esta receita é a minha versão saudável de Fatia Parida (como a minha mãe lhe chama), ou Rabanadas. Normalmente, esta receita é sempre feita no Natal e com montes de açucar, canela e óleo para fritar. Obviamente que estas são igualmente boas, mas sem metade das calorias!!
Esta é uma boa opção para o dia Off.
E eu fiquei assim quando a comi neste fim de semana!!!
Peço desculpa pela qualidade das fotografias... não sei o que se passou comigo nesse dia =(
Aqui vão os ingredientes que usei para esta receita, podem variar, mas eu prefiro estes.
Um ovo, leite de arroz, adoçante, especiarias (esse frasco comprei no supermercado apolónia e é uma mistura de canela, sementes de coentros, alcarávia, noz moscada, gengibre e cravos-da-índia. Não imaginam como isto cheira bem). Morangos, nozes e maple syrup só para acompanhar.
Comprei este pão no supermercado Brio no Lx Factory... e é de centeio! Tem um sabor muito ácido para meu gosto, mas para esta receita resultou muito bem.
Aqui não dá para perceber bem, porque aclarei um pouco a foto, mas a fatia era mais escura.
Fiz uma mistura com um ovo, algum leite, o adoçante (a gosto) e as especiarias. Todas as quantidades a gosto.
Depois de misturar...
Embebi a fatia de pão durante uns 2 ou 3 minutos... esta precisava deste tempo todo porque a códea era dura. Mas há outros que precisam de menos tempo.
O importante é a fatia ficar molinha, mas não a desfazer-se.
A segunda vez que fiz esta receita (que foi logo no dia a seguir), embebi o pão, primeiro em chá preto e só depois na mistura do ovo e leite. Fiz isto porque a minha mãe costuma fazer sempre isto, mas normalmente é com chá de lúcia-lima. Fica com um sabor mais adocicado, mais suave, prefiro assim!!
O passo seguinte será levar a fatia a dourar numa frigideira antiaderente com um fio de azeite e deixar dourar de um lado, virar e deixar dourar do outro.
Não coloquei nem uma colher de sopa de azeite... apesar de parecer que enfiei a garrafa toda lá para dentro. Como disse, este dia de fotos não correram muito bem =P
Por fim é só decorar a gosto. Como tinha uns morangos biológicos decidi usar. Coloquei também umas nozes e reguei com um fio de Maple Syrup e mais alguma canela por cima.
Tenho a dizer que ficou MARAVILHOSA!!
Vou fazer esta receita no Natal para toda a família. Porque temos de comer sempre as coisas que nos fazem pior, se há versões mais saudáveis que sabem igualmente bem,
Acreditam quando vos digo que é mesmo muuuuito bom... e eu nunca como as fatias paridas da minha mãe...nunca!!!
Espero que gostem... XoXo
Esta receita é a minha versão saudável de Fatia Parida (como a minha mãe lhe chama), ou Rabanadas. Normalmente, esta receita é sempre feita no Natal e com montes de açucar, canela e óleo para fritar. Obviamente que estas são igualmente boas, mas sem metade das calorias!!
Esta é uma boa opção para o dia Off.
E eu fiquei assim quando a comi neste fim de semana!!!
Peço desculpa pela qualidade das fotografias... não sei o que se passou comigo nesse dia =(
Aqui vão os ingredientes que usei para esta receita, podem variar, mas eu prefiro estes.
Um ovo, leite de arroz, adoçante, especiarias (esse frasco comprei no supermercado apolónia e é uma mistura de canela, sementes de coentros, alcarávia, noz moscada, gengibre e cravos-da-índia. Não imaginam como isto cheira bem). Morangos, nozes e maple syrup só para acompanhar.
Comprei este pão no supermercado Brio no Lx Factory... e é de centeio! Tem um sabor muito ácido para meu gosto, mas para esta receita resultou muito bem.
E aqui começa...
Cortamos uma fatia dum pão à vossa escolha (como é óbvio). Recomendo sempre um pão integral, sem açucar e que não contenha farinha de trigo normal. Lembrem-se, quanto menos são os ingredientes melhor para vocês.
Aqui não dá para perceber bem, porque aclarei um pouco a foto, mas a fatia era mais escura.
Fiz uma mistura com um ovo, algum leite, o adoçante (a gosto) e as especiarias. Todas as quantidades a gosto.
Depois de misturar...
Embebi a fatia de pão durante uns 2 ou 3 minutos... esta precisava deste tempo todo porque a códea era dura. Mas há outros que precisam de menos tempo.
O importante é a fatia ficar molinha, mas não a desfazer-se.
A segunda vez que fiz esta receita (que foi logo no dia a seguir), embebi o pão, primeiro em chá preto e só depois na mistura do ovo e leite. Fiz isto porque a minha mãe costuma fazer sempre isto, mas normalmente é com chá de lúcia-lima. Fica com um sabor mais adocicado, mais suave, prefiro assim!!
O passo seguinte será levar a fatia a dourar numa frigideira antiaderente com um fio de azeite e deixar dourar de um lado, virar e deixar dourar do outro.
Não coloquei nem uma colher de sopa de azeite... apesar de parecer que enfiei a garrafa toda lá para dentro. Como disse, este dia de fotos não correram muito bem =P
Por fim é só decorar a gosto. Como tinha uns morangos biológicos decidi usar. Coloquei também umas nozes e reguei com um fio de Maple Syrup e mais alguma canela por cima.
Tenho a dizer que ficou MARAVILHOSA!!
Vou fazer esta receita no Natal para toda a família. Porque temos de comer sempre as coisas que nos fazem pior, se há versões mais saudáveis que sabem igualmente bem,
Acreditam quando vos digo que é mesmo muuuuito bom... e eu nunca como as fatias paridas da minha mãe...nunca!!!
Espero que gostem... XoXo
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